Energia eólica pode chegar a 3,5% da oferta interna em 2015
A energia eólica pode chegar a 3,5% da Oferta Interna de Energia (OIE) brasileira até o final de 2015, um crescimento de 1,5 ponto percentual em comparação a 2014. Os dados constam no Boletim Mensal de Energia, produzido pela Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético (SPE), do Ministério de Minas e Energia (MME). A energia eólica produzida no país ao final do ano deverá ser em torno de 20 TWh, o equivalente a mais da metade da futura geração da usina de Belo Monte, ou suficiente para atender ao consumo residencial de uma região de 30 milhões de habitantes.
A expansão das eólicas deve ajudar a elevar a participação das fontes renováveis na Oferta de Interna de Energia Elétrica (OIEE) no país, para 74,9% ao final deste ano, aponta o boletim. Ao final de 2014, as energias renováveis responderam por 74,6% da oferta de eletricidade no Brasil.
O aumento da participação das renováveis na Oferta Interna de Energia Elétrica também é impulsionado pela geração a partir da biomassa. Segundo o Boletim Mensal de Energia, essa fonte tem expansão prevista de 0,9 ponto percentual até o final de 2015, representando 8,3% da oferta de energia elétrica no país, contra os 7,4% verificados em 2014.
Fonte: https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2015/08/energia-eolica-pode-chegar-35-da-oferta-interna-em-2015/26903
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Sistema elétrico pode migrar para corrente contínua?
Redação do Site Inovação Tecnológica 4
Sistema elétrico de corrente contínua
Os pesquisadores querem ver o ocaso das redes de distribuição de corrente alternada.
Tesla versus Edison
No final do século XIX, travou-se uma batalha que definiria toda a atual infraestrutura elétrica mundial.
De um lado, Thomas Edison propunha a adoção da corrente contínua (CC); do outro, Nikola Tesla propunha a adoção da corrente alternada (CA).
Tesla venceu. Contudo, apesar de sua genialidade, ele nunca foi bem-sucedido nos negócios, e coube a George Westinghouse, entre outros, transformar suas ideias em projetos práticos e lucros.
Agora, três pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, acreditam que é hora de refazer esse trajeto e lançar um novo projeto, voltado não apenas para a renovação da economia e a geração de lucros, mas também para garantir o bem-estar das populações e gerar menos impacto para o meio ambiente.
Para isso, eles defendem a conversão de toda a rede de distribuição elétrica para corrente contínua – o tipo de energia disponibilizado pelas pilhas e baterias.
Conversão para corrente contínua
“Seu laptop roda com alguns poucos volts de corrente contínua, que precisam ser convertidos de corrente alternada,” afirma Gregory Reed, que está propondo a ideia juntamente com seus colegas Bopaya Bidanda e John Camillus.
Mas não são só os computadores: praticamente todos os aparelhos eletrônicos, em casa e no escritório, possuem uma “fonte de alimentação” necessária para receber a corrente alternada da rede elétrica e transformá-la na corrente contínua necessária para alimentar seus circuitos.
“Pouquíssimos itens de hoje exigem corrente alternada trifásica. O uso e o desenvolvimento do mix energético de hoje torna a transição para a corrente contínua mais sensata e viável para a disponibilização de energia no futuro,” acrescenta Reed.
Para isso, ele e seus colegas estão trabalhando em sistemas de corrente contínua de alta tensão, e planejam testá-los em microrredes de distribuição de alcance residencial e industrial. Os testes iniciais serão feitos em condomínios nos EUA e na Índia.
Sistema elétrico de corrente contínua
“A corrente contínua é verde. A corrente contínua beneficia o meio ambiente. A geração local de energia renovável é naturalmente CC, não CA.”
Corrente contínua é verde
O trio defende o potencial de uma rede de distribuição de corrente contínua para melhorar o nível de vida das populações mais pobres, afirmando que essa tecnologia permite combinar melhor o crescimento econômico com os benefícios sociais.
Isto porque, como a maior parte do nosso consumo é de corrente contínua, é muito mais fácil e barato desenvolver sistemas de armazenamento de energia fora da rede, em nível local, para beneficiar pequenas comunidades e romper com a tradição das grandes usinas.
Por exemplo, painéis de energia solar podem armazenar parte da energia em baterias e fornecê-las diretamente às casas, sobretudo em comunidades de baixa renda.
Segundo Bopaya Bidanda, isto pode “realmente mudar a vida de uma aldeia. Pode ser transformador. E mesmo olhando para a transmissão de longa distância, ela está começando a se tornar uma alternativa mais atraente do que a corrente alternada.”
“A corrente contínua é verde. A corrente contínua beneficia o meio ambiente. A geração local de energia renovável é naturalmente CC, não CA. E a iluminação e os motores CC são muito mais eficientes. Há um enorme potencial para as empresas que se aproveitarem das economias e incentivos governamentais oferecidos pela CC,” acrescentou John Camillus.
Os três pesquisadores planejam demonstrar suas ideias na prática instalando uma microrrede autossuficiente, contando com painéis solares, turbinas eólicas de pequeno porte, células a combustível e geradores a gás.
“Nós não estamos necessariamente dizendo que Edison estava certo. Ele não estava no seu tempo. Mas ele estaria hoje,” conclui Reed.
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Norma de Segurança – NR 10
A NR 10 é a Norma Reguladora da Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade. Mesmo sendo uma atividade de grande risco, algumas pessoas insistem em não seguir os procedimentos de segurança. O vídeo mostra de maneira gráfica os acidentes decorrentes desse tipo de trabalho.
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NBR 5419/2015 – Nova norma de Para-raios (SPDA)
A nova norma NBR5419:2015 entrou em vigor no dia 22/06/2015. Ela esta dividida em 4 partes:
Parte 1: Princípios gerais – 67 paginas
Parte 2: Gerenciamento de risco – 104 paginas
Parte 3: Danos físicos a estruturas e perigos à vida – 51 paginas
Parte 4: Sistemas elétricos e eletrônicos internos na estrutura – 87 paginas.
Principais mudanças entre a Norma NBR-5419/2005 e a NBR-5419/2015
1) A primeira grande mudança entre as duas normas está na quantidade de páginas. A norma anterior possuía 42 páginas, e a norma atual passou a ter aproximadamente 380 páginas.
2) O anexo B da norma de 2005, (análise de necessidade de proteção), na norma 2015 passou a ser chamado de Análise de Risco, onde, além dos fatores de ponderação existente, novos fatores de risco para a edificação que até então não eram analisados passaram a ser observados com mais rigor. É nesta parte da norma que são definidos: o nível de proteção e quais medidas complementares deverão ser tomadas para garantir uma proteção eficiente a edificação, pessoas e instalações.
3) Com relação a quantidade de métodos de proteção, não houve alterações, continuando a serem usados os métodos dos Ângulos (Franklin), Modelo Eletrogeométrico e Método das Malhas. As maiores mudanças ocorreram no Método dos Ângulos com o aumento significativo do alcance de pequenos captores, particularmente até 2 metros. O Método das Malhas teve seus meshs (reticulados) reduzidos para: classe 1 = 5x5m; classe 2 = 10x10m; classe 3 = 15x15m e classe 4 = 20x20m. Também o espaçamento das descidas e dos anéis horizontais passaram a ser: classe 1 = 10m; classe 2 = 10m; classe 3 = 15m e classe 4 = 20x20m. O Método Eletrogeométrico permaneceu inalterado.
4) O gráfico de comprimento mínimo de eletrodo enterrado versus resistividade do solo, agora foi estendido também para nível 2 de proteção já que antes só havia relação direta entre os 2 parâmetros no nível 1.
5) A tabela de condutores de captação, descidas e aterramento foi aprimorada com novos materiais (aço cobreado, alumínio cobreado), e algumas dimensões mínimas e tolerâncias foram estabelecidas.
6) Os testes de continuidade das estruturas de concreto armado foram normalizados em duas etapas com melhor detalhamento dos seus procedimentos.
7) A medição da resistência ôhmica do aterramento do SPDA, bem como o anterior valor sugerido de 10 ohms foram retirados da norma.
8) O arranjo A (aterramento pontual) foi retirado da norma, permanecendo apenas o arranjo B (em anel) circundando a edificação e interligando todas as descidas. Este anel deve estar, no mínimo, 80% em contato com o solo.
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Projetos de Sistemas de Prevenção contra Descargas Elétricas
Você sabe o que é SPDA ?
É um Sistema de Proteção contra Descargas Elétricas, popularmente chamado de para-raios.
A instalação dos Sistemas de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA) é uma exigência do Corpo de Bombeiros, regulamentada pela ABNT segundo a Norma NBR 5419/2005, e tem como objetivo evitar e/ou minimizar o impacto dos efeitos das descargas atmosféricas, que podem ocasionar incêndios, explosões, danos materiais e, até mesmo, risco à vida de pessoas e animais.
Na Manutenção os SPDAs devem passar por inspeções visuais anualmente e inspeções completas (de acordo com o nível de proteção requerido), e nessas inspeções deverão ser identificadas eventuais irregularidades e, no caso, corrigidas imediatamente para garantir e eficiência do sistema.
Não há uma proteção 100% segura, mas sim a utilização de dispositivos de proteção que diminuam os riscos e a probabilidade de danos aos equipamentos e instalações e/ou estruturas físicas ao serem atingidas.É imprescindível a divulgação e difusão dos conhecimentos capazes de subsidiar a definição e a adoção de práticas eficientes para minimizar os efeitos destrutivos das descargas.
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Projetos de Sistemas de Prevenção e Combate a Incêndio
O desenvolvimento do Projeto de Prevenção e Combate a incêndio é viabilizado por profissionais especializados neste tipo de serviço. São os projetistas ou os engenheiros responsáveis pela construção dos edifícios, que deverão acompanhar e orientar todas as recomendações dos órgãos competentes para adequar o edifício às normas vigentes de segurança contra incêndio.
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